Monday, January 6, 2020

Sessão 7 - O Dragão Dourado

Capítulo: O dragão dourado
Local: Online (Roll20)
Data: Janeiro de 2020

Arlinda, Elyon e Gnoplex partem de Vankatait em Tenadis e voltam para Dendramol para se reunirem no Vale do Devaneio para plenejar suas próximas ações contra a terrível ameaça de Volkmyr, que cresce a cada dia. No Vale, os heróis se reunem e conseguem notícias de que o Rei de Vaera, sua majestade Altron, está sob domínio do poder de Volkmyr. Esse fato causa o espanto do grupo pois, agora, eles sabem que o poderio do dragão vermelho atravessou o oceano e ameaça também as terras de Dendramol. Com isso, eles têm o seguinte dilema:

- Investigar o que se passa no reino de Vaera.
- Viajar até Yrbuhay para conversar com Eldora, a elfa ashter do gelo
- Voltar a Tenadis para evitar que o dragão verde da rainha Djenn seja controlado pelos cultistas de Volkmyr.

Rei Altron de Vaera, Dendramol
O grupo decide ir até Vaera tentar a sorte. Lá chegando, Arlinda usa seu conhecimento e fama na cidade para obter informações. Ela encontra o bardo Bambine, que lhe fala de uma pedra preciosa que está sob o poder do Rei Altron. Na praça central da cidade de Vaera, o grupo encontra a paladina Mirah, está sendo condenada à fogueira por conspirar contra a vida do rei. Arlinda e Ellyon acabam salvando a paladina de seu destino cruel. Elyon acaba invocando um Djinn do fogo para ajudar na luta, dizimando todos os inimigos.

Mirah, A Paladina
Mirah conta que o rei está sendo controlado da mesma forma que o rei de Vankatait: a partir de uma pedra mágica. Elyon logo percebe que trata-se de um perigo semelhante ao que viu nas terras de Tenadis. Mirah então ensina como os heróis podem invadir o castelo real de Vaera sem serem percebidos a partir das montanhas. Assim, Bambine e seu grupo de ladrões se jutam a Elyon e Arlinda para a investida final a fim de livrar o reino do controle de seu monarca louco. Gnoplex fica do lado de fora da cidade com Baleia para cuidar do navio voador "dragão verde". Mirah também se prontifica a montar uma rota de fuga do lado de fora do castelo, caso as coisas não saiam como planejado.

Bambine, O Bardo
Lucius, o Dragão Dourado
Assim Elyon, Arlinda, Bambine e seu grupo acabam invadindo o castelo para por fim nos planos do Rei Altron. A luta final, na sala do trono, é ferrenha. Elyon acaba lutando com o rei e tomando o poder de sua orbe para si, o que o deixa ainda mais possuido pelo poder maligno do objeto. No processo, Elyon até mesmo investe contra Arlinda atentando contra sua vida. Nesse momento, Gnoplex e baleia surgem com o Dragão Verde voador para ajudar no combate. Elyon joga Arlinda de cima do castelo mas Gnoplex a salva. Ainda na cena, Gnoplex arma a catapulta do castelo para destruir todo o hall da sala do trono de fora para dentro. O resultado de todo esse combate é que o castelo é parcialmente destruido e os exercitos que estavam sob controle do rei, acabam fugindo desesperadamente. Enquanto isso Elyon, absorto em poderes malignos, voa em direção às montanhas atendendo o chamado de um dragão dourado. Este dragão era o ser que o Rei Altron queria controlar com seu orbe. Gnoplex e Arlinda o seguem.

Ao chegarem nas montanhas eis que o sábio dragão dourado surge para proferir a verdade indelével diante de Elyon: sucumbir ao poder maligno da orbe ou reagir a ela. Com a ajuda de seus amigos, Elyon desperta do transe e acaba controlando o ímpeto do poder negro do objeto de poder. Agora, além de seus aliados conquistados ao longo do tempo, eles também poderiam contar com a ajuda do poderoso e místico dragão dourado Lucius.



Luta no castelo real de Vaera.

Sunday, November 24, 2019

Sessão 6 - A peste de Vankatait

Capítulo: A peste de Vankatait
Local: Ponta Negra
Data: Novembro de 2019

Os heróis chegam até a costa de Tenadis, no reino de Vankatait. O objetivo do grupo era entregar a alquimista Sylca para seu tio Yndurth. Chegando no porto, Gnoplex, Elyon e Baleia percebem que a cidade estava tomada um tipo de peste negra que assolava a população. Logo em seguida, o grupo chega à taverna do Hamster Letal, onde salvam das garras da escravidão uma elfa de Dendramol chamada Halsa.
Rei Txar Braun
Depois de arrumarem uma briga, os heróis acabam conhecendo um alto oficial do rei Txar Braun que lhes diz que precisava da elfa para ajudar na cura da peste. Ele leva Gnoplex e Elyon para uma audiência com o rei. Chegando nos muros do castelo, eles são apresentados a um dos filhos de Txar Braun, Albeis Braun. Ele diz que contratou um arquimago dendramoniano chamado Tonhall para ajudar na cura da peste e que ele precisa do sangue
Principe Albeis Braun
da elfa Halsa para desenvolver a vacina. O rei se encontrava num estado catatônico e doente, o que deixava seus herdeiros muito preocupados com a saúde de seu monarca. Gnoplex se recusa a ajudar e o grupo deixa o castelo desconfiando das intenções do arquimago.

Tonhall, o mago negro
Assim, o grupo parte para a casa do tio Yndurth para pensar num plano de investigar o misterioso Tonhall. Gnoplex, então, busca Sanven, seu contato em Tenadis, para pedir ajuda. Chegando em sua casa, Sanven elabora um plano para os heróis invadirem o castelo de Txar Braun para investigar o terrível arquimago. Sanven explode os portões do castelo na tentativa de chamar a atenção dos guardas para que os heróis possam invadir o castelo sem serem notados. Assim, os heróis se disfarçam com roupas de soldados e invadem o castelo. Ao investigarem os aposentos de Tonhall, uma luta ferrenha se desenlaça e o arquimago acaba caindo. Gnoplex e Elyon descobrem que Tonhall era um fantoche da ordem de Volkmyr e que sua intenção era envenenar o rei Txar Braun e controlar à distância o dragão verde da rainha Hdjen de Elórn. Dessa forma, também descobrem que
Baleia
os elfos usados por Tonhall eram, na verdade, vidas usadas para controlar o dragão verde de Elórn à distância. Após explicarem tudo ao príncipe Albeis, Elyon acaba salvando a vida do rei ao tentar controlar os artefatos deixados por Tonhall. Elyon acaba salvando o dia, porém, como consequência, acaba também absorvendo parte da essência malvada da escuridão que o arquimago carregava. No intuito de estudar mais os pormenores dos planos de Tonhall, Elyon leva consigo as duas esferas mágicas que o arquimago mantinha em seu laboratório.

Halsa, a elfa de Dendramol
O rei, já recuperado, oferece como pagamento aos heróis 500 quilos de lotus negra. As ervas seriam de grande valia para Gnoplex negociar com o demônio de Dabady, Zarraskozi. Um tempo depois, o tio Yndurth acaba morrendo de velhice, mas, antes disso, faz de Gnoplex e Elyon novos mestres da ordem de assassinos de Vankatait. Agora essa facção também seria aliada dos heróis na iminente luta contra os exercitos de Volkmyr que irromperia num futuro próximo. Dessa forma, logo depois do funeral do tio Yndurth, pela manhã, o grupo se despede de Sanven deixando como pagamento pela ajuda metade do carregamento de lotus para o mercenário.
Sanven diz a Gnoplex que, se desejar algo mais, que o procure em Dendramol em uma de suas moradias por lá. Os herois, então, partem em direção a Elorn para evitar que o dragão verde de Hdjenn seja controlado por forças negras. Mesmo interrompendo o ritual de Tonhall, os heróis não
estavam convencidos de que tudo estava resolvido, afinal outro mago poderia continuar o que Tonhall deixara pela metade.

Sessão 5 - O reino submarino

Capítulo: O reino submarino
Local: Parnamirim
Data: Novembro de 2019

Sabendo da longa viagem que teriam que fazer, os heróis partem novamente para o Vale do Devaneio para poder pegar o dragão verde para viajarem. Ao chegarem no local, Arlinda se junta novamente a seus amigos para poderem ir até Tenadis. No meio do caminho, o dragão verde, que andava na água, é atacado por piratas. Gnoplex e Elyon acabam sendo presos pelos piratas, porém conseguem se salvar com muita dificuldade, o que causa um naufrágio.
Ao acordarem, descobrem que foram salvos pelo povo do oceano do Maelstrom. O rei de seu povo, O Monarca Saulon, pede ajuda aos heróis pois sua filha fora raptada pelo terrível Kraken. Os heróis aceitam e acabam afujentando o Kraken e salvando a princesa do mar. Como pagamento, o rei diz que colocará seu exercito de merfolks à disposição dos heróis para a guerra iminente com Volkmyr num futuro próximo.
Merfolk

Sunday, July 21, 2019

Sessão 4 - Pequenos problemas

Capítulo: Pequenos problemas
Local: Ponta Negra
Data: Julho de 2019

Em Dabady, Elyon desafia a autoridade de Rujux Bolim e acaba sendo preso e torturado. Rujux queria informações sobre os instrumentos sagrados da Deusa, porém não logrou êxito frente aos princípios do clérigo. Elyon acreditava que Rujux estava se distanciando de seu dever como pontífice máximo e se deixando levar pela ganância. Cada momento que permanecia em seu cárcere ele estava mais perto da mão gelada da morte.

No Vale do Devaneio em Dendramol, Sandro tem a notícia que Elyon havia deixado a vila junto com
Espelho da verdade
Leena Woodel para buscar respostas em Dabady. Elyon acreditava que seu caminho era muito perigoso para seus amigos e decidiu ir só pois sabia que os caminhos da Deusa eram trilhas que só ele poderia compreender. Tália, a dríade, diz a Sandro que sua terra natal, Freghemeire, estava em tormenta e que seus amigos Elyon e Gnoplex estavam sofrendo nas terras de Dabady. Sem pestanejar, Sandro e Tália partem em busca do laboratório de Leena na esperança de obter respostas para essas visões de sua amiga dríade. Ao chegar no laboratorio de Leena Woodel na floresta de Dumebarian, a alquimista diz que Elyon está em Tupré investigando sobre os mistérios de Bifuuz. Ela mostra a Sandro o "espelho da verdade", que revela ao ranger visões perturbadoras do futuro. Resoluto, Sandro pede a Leena para que abra um portal para Dabady e ela o faz. Chegando em Dabady, Tupré, Sandro parte para salvar seu amigo Elyon que estava tendo problemas para fugir do cativeiro de Rujux.

Elyon já havia iniciado sua fuga pela mansão de Rujux mas estava tendo dificuldade em conseguir efetivar a escapada. Nesse momento, uma luta no jardim de Rujux se inicia e Sandro toma parte na luta para salvar Elyon. Tália faz um grande galho a partir de seu corpo por sobre os portões da mansão de Rujux e o grupo, após muita luta, consegue fugir por cima do muro a partir do braço arvelesco da dríade. Nesse momento, uma carroça de comércio passava pelo local e Sandro toma o veículo de assalto para conseguir fugir dos capangas de Rujux.

Uma grande perseguição se inicia pelas ruas de Tupré causando muito estrago e confusão. A perseguição continua pelo bosque marginal da cidade numa caçada implacável. Após muito esforço e luta, o grupo consegue destruir os perseguidores e fugir bosque a dentro. Elyon, Tália e Sandro descansam numa gruta dentro do bosque para se esconderem dos perseguidores. Pela manhã, eles decidem voltar a Tupré para poderem colocar em prática o plano de roubar o instrumento sagrado de Rujux pois Elyon acredita que Rujux tem intenções malignas.

Chegando na cidade, os heróis percebem que suas cabeças estão colocadas a prêmio ao verem seus
cartazes desenhados pela cidade. No mercado, eles obtém a informação que apenas uma pessoa em Tupré poderia fazer o "leitinho da verdade". Esse tal soro que obriga a vítima a falar todas as verdades havia sido dado a Elyon em seu tempo com Rujux. Dessa forma, Elyon acreditava que se ele conseguisse obrigar Rujux a tomar a bebida, toda a população saberia o salafrário que ele se tornara. A pessoa responsável por fazer esse tipo de soro era um homem conhecido como "Dockham, o louco".

Dockham, "o louco".
Sylca, a filha de Dockham
Chegando na casa do tal homem, Sandro e Elyon descobrem que o homem era, na verdade, um discípulo de Leena Woodel e que sua filha havia sido pega como refém de Rujux. A barganha era que Dockham deveria fornecer para sempre o soro da verdade em troca da vida de sua filha. Para piorar, Rujux amaldiçoou Dockham a nunca chegar perto de sua mansão, o que deixava o pobre homem com as mãos atadas. Sandro e Elyon concordam em ajudar Dockham na condição de obterem a bebida da verdade para expor Rujux. O velho tranforma Sandro e Elyon em miniaturas encolhidas para poderem invadir os domínios de Rujux e salvar sua filha Sylca.

Rufus
Dockham fornece a eles seu cachorro de estimação Rufus, que os leva presos em sua coleira para passarem despercebidos entre os guardas da mansão de Rujux. Na tentativa de chegarem até a filha de Dockham, os heróis enfrentam vários obstáculos colossais em seu trajeto como os batentes da mansão e a esquiva das pisadas dos transeuntes do local. Acabam caindo na mesa de jantar da mansão onde estava ocorrendo uma reunião com nobres da cidade. Rujux estava articulando patronagem com nobres para seu plano de dominar os objetos da Deusa. O pontífice prometia cargos e vantagens aos nobres que lhe ajudassem. Dentre muitas dificuldades, os heróis acabam chegando no escritório de Rujux depois de quase serem comidos vivos, engolidos dentro de uma taça de vinho e mastigados em um frango assado sobre a mesa.

No escritório, os heróis enfrentam o maior desafio de suas vidas até alí: o gato Lynx, felino de estimação de Rujux. A briga é ferrenha. O terrível Lynx caçou os heróis por todos os cantos do escritório numa perseguição de vida e morte. Com muito esforço, os heróis conseguem descobrir o ponto fraco da terrível fera: brincar com barbantes. Sandro arma uma isca para o gato brincar com um barbante preso à escrivaninha e a fera se distrai. Nesse momento, eles salvam Sylca, a filha de Dockham, e tomam o elixir de crescimento, salvando suas vidas do terrível Lynx.

Lynx, o gato
Na fuga, já crescidos, os heróis caem do primeiro andar mas conseguem fugir da mansão sem grandes problemas. No entanto, eles sabiam que Rujux descobriria a fuga cedo ou tarde. Ao chegar na casa de Dockham, o velho pede que os heróis levem sua filha para a segurança de sua prima Sittar, em Tenadis, onde ela teria uma vida boa longe de Rujux. Os heróis percebem que Dockham fez isso
sacrificando sua própria vida pois sabia que a ira de Rujux cairia sobre ele de forma implacável. Assim, Dockham gastou todas as suas fichas para salvar sua filha e garantir que ela fosse para longe de Dabady. Sylca, inconformada com a decisão de seu pai, parte para salvá-lo mas Sandro a impede com um golpe na cabeça, desacordando-a.

Ao usar seus pergaminhos de abertura de portais, Elyon percebe que seria impossível abrir uma fenda até Tenadis pois o local é completamente livre de magia. Ele sabe que a viagem teria que ser longa e feita de navio. Mesmo sabendo da urgência de levar Sylca até Tenadis, onde Dockham havia prometido não apenas abrigo para a moça mas ajuda na luta contra Rujux com mercenários, os heróis decidem ver o que foi feito de suas casas em Fedalk. Ao chegar na vila natal de Elyon, Narbein, eles percebem que algo terrível havia acontecido: a igreja de Elyon estava fechada sobre as ordens de cavaleiros negros com a marca do Dragão Volkmyr.

Monday, July 8, 2019

Sessão 3 - Agora somos livres

Capítulo: Agora somos livres
Local: Parnamirim
Data: Julho de 2019

Gazord
Elyon, Arlinda e Sandro invadem o Vale do Devaneio, que agora estava sitiado sob o domínio de Gazord, o terrível mago. Após desvendarem o segredo da floresta que dizia "apenas na completa escuridão os escolhidos podem passar", o grupo vê-se frente a frente com o mago Gazord, que havia colocado facas nos pescoços de Leena Woodel, a alquimista; e Sai, o clérigo anão. Não tendo opções senão lutar, Elyon, Arlinda e Sandro investem contra Gazord numa batalha mortal. No ápice da luta, os heróis descobrem que o corpo de Gazord era imortal e que estava sendo controlado por ele mesmo dentro dentro de seu esconderijo. Gazord, na verdade, era um mago que controlava suas ações através de um corpo mágico telepaticamente. Ao descobrirem a verdade e lutarem por suas vidas, Elyon vê-se frente a frente com o verdugo que implora por sua vida. Gazord usa de um artifício covarde e ameaça a vida de Tália, a dríade amiga de Sandro com uma lâmina em sua garganta. Quando o inimigo estava prestes a fugir, Arlinda usando sua invisibilidade, mata o mago pelas costas acabando com a contenda de uma vez por todas e salvando o Vale do Devaneio de seu destino cruel.

No fim da luta, a Vila do Devaneio agradece do fundo de seus corações aos bravos aventureiros que os livraram de um destino pior que a morte: uma vida de servitude ao dragão Volkmyr. Leena explica a Elyon que a Deusa possuia três artefatos que refletiam sua própria vontade: a cruz, a pirâmide e o círculo. Ela elucida a Elyon que o sacerdote Gawich Bolim foi o último a tentar descobrir esse mistério e que não havia outro destino para ele se não o continente de Dabady. Em sua despedida, Leena lhe ensina uma técnica de teleporte ensinada a ela por um velho amigo: Pess Mass, um aventureiro que lutou contra Dragul e hoje vive uma vida de druida nas profundezas da floresta de Dumebarian.

Elyon explica a seus amigos Sandro e Arlinda que esta é uma jornada que ele deveria fazer sozinho pois os caminhos da Deusa eram coisas que nem mesmo eles poderiam trilhar sob pena da loucura. Compreendendo a decisão do companheiro Elyon, Arlinda permanece um pouco mais no Vale do Devaneio e Sandro decide passar um pouco mais de tempo na companhia de sua querida amiga, a dríade Tália, que agora estava livre das garras do malvado Gazord.

Dessa forma, Elyon parte para Dabady em busca dos descendentes de Gawich Bolim, o sacerdote primordial da Deusa Bifuuz.

Em Jarla....

Gnoplex recebe uma carta de Arlinda dizendo que ela havia partido na companhia de Elyon para os cumes das montanhas de Rimvu em busca dos segredos da Deusa Bifuuz. Gnoplex recebe o recado mas decide que sua prioridade nesse momento era salvar seus amigos Apotankin, Uluia e Mandar, os gênios que haviam vindo de Greyhawk.

No caminho, Gnoplex e seu filho baleia encontram um grupo de contrabandistas vindos de Sacpo. Sem querer eles deixam cair um pacote considerável de uma droga que até então Gnoplex nunca havia visto na vida. Ao dar uma cheirada, Gnoplex confirmou suas suspeitas: era uma erva muito forte e enebriante. Continando sua jornada até
Sanven, o dinamite
as profundezas da Floresta de Muyubu, Gnoplex acaba encontrando Killika, a sacerdotisa de Bolim, em péssimo estado e muito machucada. Killika explica que ela havia ajudado Arlinda e Elyon na travessia até Rimvu mas acabou não conseguindo efetuar a viagem, deixando a halfling e o meio elfo para trás. Gnoplex a ajuda com seus ferimentos e lhe dá sua carroça para que ela siga viagem segura até Awdarek, sede da igreja de Bifuuz e lar da família Bolim. Como pagamento pela ajuda, Killika dá a Gnoplex um pendante de Goraf, o líder bárbaro das tribos de Kemlu. Dessa forma, Gnoplex conseguiria livre passagem pelas paragens de Jarla e seus povoados subservientes a Goraf.
Killika

Ao chegar nas fronteiras da Floresta de Muyubu, Gnoplex conhece uma pequena vila que serve de entreposto com os monstros de Jarla. O nome da vila era Gifu e seu líder chamava-se Au. Gnoplex deixa seu filho aos cuidados de Au e parte para as profundezas de Muyubu em busca de seus amigos gênios. A cabeça de Gnoplex se enchera de dúvidas desde que voltou da cidade livre de Greyhawk. Muitas coisas haviam mudado. Ele não sabia como seus amigos haviam parado num lugar tão d
istante e em que estados eles poderiam estar. No entanto, o coração de Gnoplex é avesso à sua peculiar aparência dracônica e ele parte sem medo para o lar do infame Monstro de Jarla. O monstro de Jarla é um ser mítico, envolto em mistério e ninguém jamais teve provas concretas de sua existência. Gnoplex, em seus sonhos, sabia que iria encontrar com um monstro em Muyubu, mas não fazia ideia que esse monstro era a temível e folclórica besta de Jarla.

Chefe Au, de Gifu
Ao adentrar nos domínios da fera, Gnoplex observa o que seria uma pequena aldeia construída para um ser humano e guardada por homens-lagartos. Algo incomum em Dabady, de predominância humana. Ao investigar mais de perto a tal vila, Gnoplex vê que trata-se de uma mansão com várias prisioneiras humanas para o deleite de seu mestre. No entanto, quem seria o tal mestre? Não havia ninguém. Gnoplex vê também um demônio fêmea grávida, o que lhe causou espanto. Mesmo assim, apesar da aparência, a criatura ajudou o draconato a lutar contra os homens lagarto e a salvar as humanas que lá estavam. Quando tentava fugir com todas, Gnoplex é atacado por um homem que usava explosivos e pistolas como suas principais formas de ataque. Mesmo sob pressão, Gnoplex subjuga o homem que se apresenta como Sanven "o dinamite". Ele diz que é um contrabandista que traz espécimes raras para Zarraskozi, o monstro de Jarla, em troca de um "pequeno paraíso" dentro da floresta de Muyubu. As humanas que lá haviam eram para o deleite de Sanven. Segundo o aventureiro contrabandista, Zarraskozi o pagava com muitas pedras preciosas e com mulheres humanas de Dabady para que ele sempre trouxesse novas fêmeas "exóticas" para ele. Gnoplex o convence a lhe levar até Zarraskozi em troca de sua vida. Sanven, vendo que seria melhor ter o draconato como aliado do que como inimigo, aceita a proposta. Porém, uma dúvida permanecia: e quanto à demônia grávida? Se não era para o abuso de Sanven, então era de quem?
Zarraskozi, o monstro de Jarla

Ao passarem por uma gruta secreta, Sanven e Gnoplex chegam à toca de Zarraskozi. A criatura era imensa e, ao seu redor, toda sorte de deformidades e subversão. Sim, seus amigos estavam realmente lá. Apotankin era uma de suas prisioneiras. Gnoplex, numa astuta manobra, acaba convencendo Zarraskozi a trocar Apotankin pela droga que possuia: a lótus negra. No entanto, o monstro de Jarla exigiu que Gnoplex e Sanven trouxessem mais da droga que ele tanto gostou. Ao sair da gruta, Sanven se impressiona como Gnoplex havia conseguido uma droga que apenas era vista em sua terra natal: Tenadis. Uma outra novidade havia surgido, a demônia que agora havia dito seu nome (Xaekag) havia dado à luz.

Xaekag, a demônia
De volta à vila de Gifu do chefe Au, Gnoplex encontra Elyon que estava em sua busca. Ele explica a Gnoplex que possui pistas de onde encontrar mais respostas sobre Volkmyr e tudo que envolvia a Deusa. Elyon acreditava que suas respostas estariam em Awdarek, na cadetral de Bifuuz. Gnoplex entende a gravidade dos anseios de Elyon mas lhe explica que antes ele devia dar um destino decente àquelas mulheres que viveram tempo demais nas garras de Zarraskozi e do próprío Sanven. Ao passarem uma noite agradável em Gifu, Gnoplex descobre que Apotankin tornou-se humana e não mais um ser etéreo como um gênio. Apotankin havia ganhado "carne e osso".

Islyn, sobrinha de Monseh
O chefe Au explica a Elyon e Gnoplex que a razão da vila de Gifu existir é por causa de escambo com Zarraskozi. Ele os deixava em paz conquanto fornecessem o que Zarraskozi precisasse. O líder tribal avisa que, pela manhã, irão comerciar com Awdarek e que, se quisessem, poderiam ir junto. Assim, pela manhã, o grande grupo que agora era composto por Elyon, Gnoplex, Baleia, Apotankin, Saven, o demônio, seu bebê e seis mulheres, embarcaram para o porto de Awdarek.

Ao chegarem em Awdarek, as mulheres tomam seu rumo e uma delas agradece especialmente a Gnoplex. O nome da moça era "Islyn". A garota fazia parte da família real e havia sido dada como desaparecida, algo que ninguém do grupo sabia exceto Sanven. Na praça principal de Awdarek, Elyon e Gnoplex acham o filho de Gawich Bolim celebrando uma missa juntamente com sua mão direita Killika. Ao final da celebração, Killika introduz Elyon e Gnoplex ao filho de Bolim, contanto toda a história dele até então.

Já na residência de Rujux Bolim, filho de Gawich, tudo é colocado à mesa. Rujux explica que seu pai morreu tentando fazer uso dos instrumentos da Deusa mas acabou morrendo no processo. Ele explica que ele preferiu se sacrificar para salvar todas as amazonas protetoras dos objetos da Deusa para que tivessem um descanço merecido. A rainha dessas amazonas tornou-se amaldiçoada por tentar fazer uso dos objetos da Deusa e foi Gawich Bolim que a livrou a maldição. Tudo isso só foi possível porque Bolim tinha "a marca da Deusa" em seu coração. Dessa forma, ninguém mais poderia fazê-lo. O próprio sacerdote acreditava que uma outra pessoa com as mesmas marcas divinas poderia terminar o que ele não conseguiu: usar os objetos para salvar o mundo de uma calamidade. Elyon acredita que sua própria existência está ligada a esses objetos e também crê que Volkmyr faz parte dessa dita calamidade. Rujux rejeita a tese e propõe que ele mesmo deveria se apossar dos objetos da Deusa, trazendo paz e prosperidade ao mundo. Killika adverte que o uso desses objetos pode deixar um ser humano louco. Isso aconteceu com Loclu, a rainha as amazonas. No entanto, Rujux acredita que ele não será amaldiçoado pois ele é o filho do sagrado Gawich Bolim. O tom de excentricidade do sacerdote Rujux preocupa Elyon que vê a situação se complicando diante de seus olhos.
Rujux Bolim

Nesse instante, Elyon convence Rujux a mostrar a biblioteca de Bolim para ele na esperança de encontrar algo que ajude em sua jornada. Rujux mostra não apenas as notas pessoais de seu pai, mas também a segunda relíquia da Deusa: a cruz. Nesse momento, Rujux diz que está desesperadamente procurando os outros dois objetos e, quando achá-los, trará paz e prosperidade ao mundo. No entanto, Rujux não faz ideia que a relíquia da pirâmide está bem diante dele, escondida nos pertences de Elyon.

Gnoplex permanece com Killika, explicando a ele que a moça que ele Libertou era a sobrinha do Rei Monseh e que dez mil peças de ouro eram oferecidas por ela. No entanto, a moça foi embora sem Gnoplex saber dessa informação. Killika também explica de Tenadis, continente de Sanven. Gnoplex diz a Killika que a demônia Xaekag encontra-se numa estalagem e deve ser transferida para as montanhas de Waur, sua terra natal, o quanto antes. Killika diz que a presença de demônios em Dabady já é um sinal de perturbações da Deusa, o que não impressiona Gnoplex que só quer garantir a Xaekag e seu bebê uma vida tranquila depois dos abusos de Zarraskozi. Finalmente, Killika diz que Gnoplex deve achar Raixuj, um guia especializado em Waur na cidade Uzpo. Killika acredita que Raixuj terá condições plenas de levar Xaekag a salvo para seu lar.






Wednesday, July 3, 2019

Sessão 2 - A misteriosa pirâmide da Deusa

Capítulo: A misteriosa pirâmide da Deusa
Local: Parnamirim
Data: Março de 2019


Ferumak
Sandro Galtran é um oficial das forças de Freghemeire, Ungehul. Sua missão era investigar o sumiço de seus compatriotas e irmãos de guerra no Vale do Trovão de Asurosert. Sandro, então, decide ir apenas acompanhado de seu grande amigo Ferumak. Ao chegar no Vale do Trovão, Sandro descobre que não apenas sua amiga Tália, a dríade, havia desaparecido, mas também descobre que seus amigos haviam sucumbido ante a um demônio. Após uma luta mortal, Sandro consegue vencer o demônio e salvar todos os seus compatriotas que haviam sido transformados em zumbis subservientes ao monstro. Como consequência do combate, Sandro acaba sendo jogado em outra dimensão no tempo e no espaço...


De uma outra frente, Gnoplex decide se despedir de Arlinda e Elyon dizendo que precisava saber o que tinha sido feito de seus amigos djinns Apotankin, Mandar e Uluia. Assim, Gnoplex parte para as profundezas do reino de Jarla. Arlinda e Elyon decidem procurar sobre a ordem do Padre Bolim para obter respostas para seus anseios sobre as profecias e sobre o "dragão verde". Acham Laixuj, um guia que concorda em levá-los até as cavernas ancestrais de Rimvu. O local foi obtido como destino depois que Elyon achou uma mulher que dizia ser sacerdote e amiga do Padre Bolim. Seu nome era Killika. Ela decide que irá junto dos heróis para ensinar-lhes o caminho até Rimvu também.
Killika, a clériga de Bolim

Dessa forma, Killika, Raixuj, Elyon e Arlinda partem até Rimvu para uma escalada até seus picos mais gelados. Killika havia dito que a escalada foi a última ação de Bolim em vida e que os heróis poderiam obter respostas lá. Infelizmente, o grupo é atacado por um sasquatch e Killika acaba caindo de um precipício. A investida conseguiu frutos mesmo assim, pois Elyon e Arlinda acharam o que seria o último local onde Bolim viveu seus últimos instantes: um castelo espiritual no cume da montanha. Elyon encontra um estranho objeto em forma de pirâmide que pertenceu a Bolim e tenta usá-lo. Como seu conhecimento no idioma antigo da Deusa era inadequado, o grupo acabou sofrendo um choque de retorno e, do mesmo modo que Sandro, foram arremessados em outra dimensão.

Raixuj, o guia de Waur
Neste vórtice que se criou, Elyon e Arlinda encontram-se com Sandro. Sem querer, acabam descobrindo que a pirâmide era, na verdade, um instrumento que tinha o poder de abrir portais. Com isso, Arlinda consegue abrir uma porta até Greyhawk e retomar seu dragão verde. Arlinda decide manter o navio voador, o dragão verde, escondido nos picos geládos bárbaros em Greyhawk. Lá ele estaria a salvo dos terrores que agora assombravam Azure.

Leena Woodel, a alquimista
Na tentativa de voltar para Azure mais uma vez, o grupo descobre o porquê de terem se encontrado no vórtice temporal. Parecia que suas vidas estavam entrelaçadas na contenda da profecia e todos os presentes estavam, de certo modo, ligados à ameaça de Volkmyr. Voltando para Azure, o grupo visita Dendramol para acabarem descobrindo que o Vale do Devaneio, lar de Arlinda, havia sido tomado um por vil bruxo. Para piorar a situação, eles também descobrem por intermédio de Azrael, um velho amigo de Arlinda, que o bruxo está sendo ajudado por Tália, a dríade, que agora era apenas um joguete na mão do mago. Azrael diz aos heróis que eles precisam ir até a floresta de Dumebarian se quiserem ter uma chance pois lá se encontrava o laboratório da renomada alquimista élfica Leena Woodel, a mesma que lutou anos atrás contra o infame Rei Dragul.

Zhorel, o rei anão
Chegando até o laboratório alquímico de Leena, o grupo é supreendido por um destacamento de lacaios do bruxo que controla o vale do devaneio. A luta é ferrenha, mas os heróis logram êxito. Dentro do laboratório, o grupo conhece um homúnculo que Leena criou caso ocorresse uma tragédia com ela - e fora justamente o que aconteceu. Leena fora pega cativa pelo vil mago e encontrava-se em seu poder. Munidos com as fórmulas do homúnculo, o grupo decide usar a pirâmide da Deusa para levar-lhes o mais rapidamente para fora de Dumebarian. Devido ao alto nível de mana, o teleporte acabou levando o grupo pra dentro da cordilheira de montanhas dos anões, controlada pelo filho do célebre Thorel, membro original da grande tríade. Ao chegarem lá, os heróis são levados como prisioneiros, pois os anões acreditavam que o grupo estava ali para roubar os pequenos anfitriões. Depois de um tempo, o rei anão acredita nas palavras de Arlinda, Elyon e Sandro  e os liberta na condição deles ajudarem a expulsar um dragão que agora assolava as entranhas de sua cidade anã.
Azrael, o ranger da Floresta do Devaneio

Dessa forma, Zhorel, o rei anão e filho de Thorel, apresenta para os heróis a infame descida pela cachoeira até a Floresta do Devaneio. Ao pularem até seu fosso, Elyon, Arlinda e Sandro agora encontram-se para o tudo ou nada na batalha pelo Vale do Devaneio.
Floresta do Devaneio

Sessão 1 - O despertar de Volkmyr

Capítulo: O despertar de Volkmyr
Local: Parnamirim
Data: Fevereiro de 2019

Uma grande guerra é travada no limiar dos planos de Azure e Flanaess para que o despertar de Tiamat não se concretizasse. Com a ajuda de um clérigo chamado Elyon, Gnoplex e Arlinda
Volkmyr, o dragão vermelho.
conseguem vencer Iuz e voltar para o mundo de Azure. No entanto, Volkmyr, um dragão ancião surge nos céus de Yrbuhay para devastar todos os reinos com sua ira e maldade. Sendo os únicos três indivíduos do mundo que sabem desse terrível fato, Gnoplex, Arlinda e Elyon partem em busca de respostas para essa que pode ser a maior tragédia em toda Azure.

Ao receber visões do futuro, Elyon tem motivos suficientes para acreditar que as respostas para as profecias da Deusa, sobre o dragão e o navio voador de Arlinda podem estar no continente de Dabady. Elyon então convence os demais que um antigo clérigo de nome Gawich Bolim possui conhecimento suficiente para a resolução destas questões. No caminho para Dabady, o grupo se encontra com um xamã numa floresta próxima que faz previsões sobre o futuro dos heróis, o que ratifica ainda mais as crenças de Elyon sobre ir até Dabady. 
Rei Fradru

Chegando ao porto de Fedalk, o grupo consegue passagens financiadas pela igreja para sua viagem até Dabady. Durante a viagem, conhecem o Rei Fradru, imperador de toda Fedalk. O rei parecia ter uma certa aura mágica, o que deixou os heróis bastante apreensivos com os mistérios que envolviam aquele velho homem. Durante a viagem, o navio é atacado por um grande polvo gigante que, posteriormente, provou-se ser apenas um teste do Rei Fradru para avaliar os heróis. 

Finalmente chegam até o porto de Uzpo, em Dabady, onde procuram uma estalagem para passar a noite depois de uma viagem longa através dos mares de Azure.